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E tenta-se. Vai-se levando. Construindo pequenas pontes com a certeza de querer erguer uma que de tão forte não saiba cair.
Mas perde-se no meio da estrada a ternura de que alguém nos fez. Resta a simplicidade de sermos apenas nós.
And at the end of the day… that’s nothing sweet about me.
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“É tudo uma questão de Sobrevivência? Importas-te que eu saia desta galáxia por um bocadinho? O que fazes com a tua química? Podemos misturar elementos? Agora vamos para onde? Mais olhos são mais janelas para mais almas? Se não estamos aqui, onde é que estamos? Aqui ou ali? A agressividade amistosa será mais eficaz do que a amizade agressiva? Posso orbitar-te? Essa protecção para os olhos vem com uma crista? Onde é que eu estacionei a minha nave? O que achas dos meus tentáculos? Não, a sério! Só tens dois olhos? Porquê? Porque é que os buracos negros não podem ser azuis? Este ecossistema vem noutros sabores? Alguém gosta de tripedalismo? Como é que os outros seres da galáxia lidam com o stress? Como é que podes estar tão tristonho com um planeta tão rico em borato de sódio hidratado? As viagens não são todas as viagens espaciais? Se tivéssemos sopa em pó suficiente, podíamos transformar os mares da Terra em sopa? Nós sabemos mesmo o que achamos que sabemos? Os extraterrestres pensam neles próprios como terrestres normais?”
PubliCards – a noite na rota do chá e no solar das suecas:P